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© *Viver na Luz* 2012
Centro de formação de Reiki, Leitura da Aura, Karuna, Remédios florais e outras terapias energéticas para todos que querem viver na luz.
Mitos
Quando cheguei ao Reiki em 1998 já tinha  feito um percurso pelas chamadas ‘terapias alternativas’ de vários anos.  Nomeadamente Astrologia, Chi Kung e Tai  Chi junto com os Florais Bach e também  terapias Psico-dinâmicas baseadas no  trabalho do Alexander Löwen e Wilhelm  Reich durante a minha formação como  professor de biologia e arte. Devido a este percurso estranhei  inicialmente a linguagem utilizada pelas  pessoas ‘reikianas’ para explicar Reiki.  Encontrei um palavreado que era uma  mistela de crenças esotéricas e conceitos  tiradas à toa de várias disciplinas e  regadas com um molho de termos quase  científicos na boca de pessoas que tinham  pouca ou nenhuma experiência com  filosofia, espiritualidade, trabalho com Chi  ou disciplina científica e sem a mínima  vergonha de aplicar a sua ignorância em  explicar Reiki como professor ou aluno  como se fosse a coisa mais natural do  mundo. Tenho me esforçado desde então de  estudar o fenómeno Reiki em todos os  seus aspectos sem querer impor a minha  compreensão do Reiki nos outros ou  apresentá-lo como definitivo. Apresento aqui alguns dos erros mais  comuns em relação ao Reiki para  esclarecer aquelas que se querem iniciar  nesta arte e ajudar aquelas que foram mal  informadas.
Talvez a primeira coisa a esclarecer devia ser a palavra Reiki. Habitualmente este termo é utilizado para descrever tanto um método criado por Mikao Usui em 1922  como a energia que se estaria a canalizar ao praticar este método. Em certa altura comecei a falar  sobre O Reiki (o método) e A Reiki (a energia) para discriminar entre uma coisa e outra. Traduzir a  palavra Rei-Ki do japonês não é fácil devido a ambiguidade da língua nipónica em que as palavras  conforme as circunstâncias podem ter outro significado. A palavra Reiki é uma combinação de dois  termos japonesas Rei e Ki, em que Rei pode significar espiritual, vasto, superior, frio, divino, universal  ou alma/espírito e Ki um termo que descreve o aspecto dinâmico do termo anterior com que é  combinado.  Por exemplo: Kekki (Ki do sangue) significa vigor, Denki (Ki do dragão) significa electricidade, Kuki (Ki  do céu) significa ar e Reiki (Ki frio) quer dizer ar frio ou fantasma ou espírito dos mortos! Habitualmente  as palavras Ki ou Chi (chinês) ou Prana (sânscrito) são traduzidos com a palavra ‘energia’ que nas  línguas ocidentais não é interpretado como um aspecto dinâmico de algo, mas como uma coisa  específica que pode ser manipulada ou transformada.   Um exemplo disso podemos encontrar na famosa formula do Albert Einstein E=MC2, tão acarinhado por alguns reikianos para  explicar Reiki. A energia em que o Einstein fala aqui não tem nada haver com o Ki dos japoneses! Se queremos comparar Ki  com algo mais concreto podemos talvez fazé-lo com a chamada Zero Point Energy. Mais info  Portanto não podemos dizer que Reiki significa ‘Energia Vital Universal’ como muita gente faz,  ignorando as particularidades da lingua japonesa. Esta tradução apenas descreve o termo Ki e não a  totalidade do termo Rei-Ki.  Quanto a termo Rei, Usui teria dito que ‘sentiu um grande Rei-Ki  sobre a cabeça’ no seu momento de  inspiração divina, não falava numa energia como nós intendemos, mas sim de uma sensação  iluminada, um profundo compreender do mundo e o seu funcionamento, tal como muitos outros  místicos antes dele tinham mencionado ao longo dos séculos e também contemporâneos do Usui  como Morihei Ueshiba  criador do Aikido. Rei portanto descreve algo superior em nós e não a nós.  É muito compreensível que pessoas ocidentais que nunca tinham passado por estados espirituais  parecidas iam aplicar este termo em algo que conheciam da sua experiência durante a imposição das  mãos. Começaram a pensar que aquele calor, fluir ou formigueiro que sentiam no tratamento era o ‘tal  Reiki’ em vez de reconhecer isto por aquilo que qualquer praticante das artes marciais conhece como  ‘o fluir do Ki’. Tirando de seguida a conclusão que este Reiki era portanto uma energia que afectava o  corpo e a mente seguindo a lógica do E=MC2. Além disso achavam que ela tinha que vir de uma Fonte  exterior a nós, tal como estavam habituados a pensar na lógica do pensamento piramidal ocidental que  classifica tudo que é superior automaticamente com uma origem exterior.  Por isso o termo ‘Energia Vital Universal’ não se refere a uma energia especial, mas simplesmente é o  Ki normal, o aspecto activo do universo em que vivemos e do que fazemos parte, que por si só já é  muito especial. O termo Rei-Ki traduz-se melhor com ‘movimento do espírito’ ou ‘presença espiritual’  que significa algo mais vasto e refere-se a nossa capacidade de reconhecer a vastidão poderoso do  nosso conjunto alma/espírito em momentos de meditação profunda, sentindo a união de tudo e a  harmonia de tudo quando deixamos de interferir por uns momentos e suspendemos qualquer opinião,  julgamento ou acção mental. Rei-Ki por isso refere-se a uma acção espiritual, um movimento universal,  um toque divino, uma inspiração da alma ou uma acção vasto e superior à nós que nós cura em todos  os aspectos. Quando dizemos então, ‘vamos fazer Reiki’ dizemos em poucas palavras que ‘vamos aplicar o método  do Usui para nos sintonizar de novo com a vibração natural do universo e da nossa alma/espírito e  curar-nos das ideias e emoções perturbadoras que criamos e que já estão a fazer mal ao nosso corpo!’   Devem compreender agora porque preferimos dizer apenas; Vou fazer Reiki ;-)  Usui  chamou o seu método de Usui Reiki Ryoho para distingui-lo de outros Reiki Ryoho’s que havia  na altura no Japão. As palavras Rei-Ki ou Sei-Ki naquele tempo são utilizadas por muitas mais pessoas  para descrever uma inspiração divina, algo superior com grande poder e nem sempre num contexto  curativo como Seiki Ryoho Kenkyo Jo (Instituto de tratamento Seiki) ou no movimento Reijutsu Kai que  também utilizava a imposição das mãos e técnicas do Chi Kung ou Ki-Ko e que se tornou muito  popular também na China. Um dos motivos principais destes grupos parece ter sido a propagação de  um estilo de vida saudável inspirado pelo Xintoísmo.   No site do Richard Rivard www.treshold.ca podemos encontrar uma outra e surpreendente  interpretação do termo Reiki. Um aluno do Hayashi o sr. Tatsumi explicou à  Melissa Riggall, a colega  do Dave King, que Usui utilizava o termo Reiki para se referir aos seus ancestrais e o termo Reiki devia  ser traduzido como ‘Espírito Ancestral’ ou ‘Identidade Ancestral’ que talvez podemos comparar com o  conceito Alma/Espírito no contexto da nossa cultura judaico-cristão. Reiki portanto não se refere a uma energia especial, mas sim a uma presença (no seu sentido de  atenção ou ‘awareness’) espiritual(Veja aqui a página em pdf do site do Richard Rivard)  Reiki é uma terapia complementar Dizer isto é como dizer meditação é uma terapia. Sem dúvida ambos têm efeitos  terapêuticos, mas isto não os faz terapias. Terapias são processos activos bem  estruturados com procedimentos e resultados idênticos, o método Reiki não tem estas  características é muito intuitivo e os resultados dependem muito da interacção entre  quem dá e quem recebe. Por isso considero Reiki uma Arte, com maiúsculo, que tem  efeitos terapêuticas. Na sua aplicação em auto-tratamento ainda menos podemos falar  em terapia porque este processo é puramente meditativo que leva a um estado equilibrado que  beneficia corpo e mente.     Quanto aos estudos científicos sobre Reiki, ainda não há nada conclusivo que justifica a sua inclusão  no tratamento hospitalar como terapia complementar. Defendo entretanto que Reiki devia ser oferecido  como um Serviço Complementar para ajudar os interessados no seu processo da cura e que se  intensifica a investigação científica no assunto.  Há muitas pessoas que querem ver Reiki inserido nos serviços hospitalares ou paliativos o que acho  uma boa ideia, desde que haja da parte dos doentes e pessoal médico uma procura deste serviço.  Como a harmonização pelo Reiki é um processo passivo, em que o doente deve se abrir aos  benefícios do tratamento, estamos sempre dependentes da aceitação do doente (e a sua família e a  equipa médica) para que a nossa boa vontade caia em terra fértil. Também é muito importante que  damos uma boa explicação do fenómeno Reiki porque impor as mãos para curar não é ainda  propriamente senso comum na nossa sociedade.   Tenho tomado várias iniciativas de introduzir um serviço de Reiki em hospitais que foram sempre bem  recebidas pela equipa médica, mas que raramente se realizavam além deste ponto por dificuldades  logísticas e de organização dos voluntários.   Cheguei à conclusão depois de muitas conversas com médicos e enfermeiros que é mais vantajoso  para todos que não se vão introduzir pessoas novas nos hospitais, mas que se utiliza os recursos  humanos já existentes. Ensinar o pessoal médico e auxiliar o método Reiki é mais eficaz, e levará Reiki  mais perto dos doentes em qualquer momento do dia e durante o serviço habitual sem o disturbar, do  que educar uma população flutuante de voluntários nas regras e procedimentos hospitalares. Desta  maneira também os médicos e enfermeiros beneficiariam da acção do Reiki, algo que bem precisam!   Reiki não pode fazer mal ao Reikiano... mas o Reikiano pode fazer mal (a)o Reiki Esta 1ª frase atraiu de certeza muitas pessoas para a pratica de Reiki procurando algo seguro e  simples para aumentar o seu bem-estar. Em princípio é verdade o que se diz aqui, mas há pessoas  que deixaram de fazer Reiki porque aparentemente tiveram experiências negativas ou pelo menos mal  compreendidas ao fazer Reiki. Isto não favorece uma boa divulgação do Reiki e acho que devo  explicar este fenómeno porque não há motivo para estas desistências.  A causa principal para estas experiências está no facto do praticante não seguir as instruções deixados  pelo Usui. Especialmente quando fazemos Reiki à outra pessoa podíamos eventualmente desequilibrar  o nosso Ki quando este não está em forma  Ao praticar duas vezes por dia com as mãos em Gassho,  citando os cinco preceitos e aplicando as mãos em nos próprios garantimos, como disse o Usui, que o  nosso Ki ou Reiki se quiser, estará sempre forte e bem harmonizado. Para ter a certeza que  aprendemos bem o método do Usui devemos escolher o nosso mestre ou professor com cuidado.   Veja aqui como o fazer. Também uma interpretação errada das palavras da srª Takata contribuiu para este fenómeno.   Segundo muitos autores ela teria dito que a energia Reiki passa por nós como por uma cana de  bambu, vindo de uma fonte superior e indo directamente para a outra pessoa. Não é  assim como a o  Ki funciona e podíamos começar a pensar que não temos nenhuma responsabilidade ou participação  pessoal no processo do tratamento. Além disso ela disse outra coisa bem diferente!  O que ela de facto escreveu no seu diário em Dezembro 1935 foi o seguinte: “Reiki is an "Energy  within oneself" we must "meditate to let the "Energy" come out from within" "It lies in the bottom of your  stomach about 2 in. below the navel." Traduzido: Reiki é uma energia dentro de nós próprios -  Devemos meditar para deixar esta energia sair de dentro de nós - Ela está localizada no fundo do  estômago uns 5 cm debaixo do umbigo. Estas palavras indicam claramente que fazer Reiki não é um  processo passivo, mas devemos meditar para fazer sair a energia de dentro de nós! A origem da  energia então não está numa fonte misteriosa fora de nós, mas está dentro do nosso Hara ou Seika  Tanden como todos os praticantes das artes marciais sabem. A energia não vai lá estar sem fazermos  nada, por isso existem as várias técnicas respiratórias como Joshin Kokyu-Ho que deviam fazer parte  integral dos cursos de Reiki. Quando não aplicamos as vários técnicas vamos gastar o nosso Ki com  consequências negativas. Como já disse noutro local, Reiki requer dedicação e prática.  Deixava então aqui 3 conselhos para orientar o praticante: Esteja bem preparado - Segue o método -  Desliga-te de qualquer resultado.  Reiki vem do Tibete Parece que muitas vezes só damos valor a algo quando vem de muito longe e de preferência de um  sítio exótico Parece que foi por este motivo que o Reiki começou a ser ‘enriquecido’ com histórias  bonitas, mas infelizmente sem fundamento. Os principais responsáveis pela ideia das raízes tibetanas  são a Iris Ishikuro e o seu aluno Arthur Robinson, rapidamente seguido pela Babara Weber Ray outra  aluna da srª Takata. Estamos nos anos 80 na Califórnia berço do chamado movimento ‘New Age’ em  que uma série de pessoas começou a misturar tudo que era bom com tudo o que era melhor e por este  ‘Photoshop’ e ‘Copy-Paste’ também o Reiki teve a sua infeliz passagem.   O que a srª Takata tão cuidadosamente tinha trazido do Japão de repente viu-se invadido por fantasias  tibetanas, indianas, com extraterrestres, wikka e teorias de ascenção humana, o calendário dos Maias  e 21-12-2012 à mistura. Para não falar do Xamanismo, Indigos e Lightarians que todos reclamaram o  seu direito sobre o legado do Usui.   Também a própria srª Takata teve a sua contribuição quando algumas pessoas começaram a descobrir  que afinal a história de Reiki como ela costumava contar aos seus alunos não era nada factual.  Descobriram que Usui nunca ensinou aos mendigos em Kyoto, nem andava com uma chama nas ruas  de Tóquio para procurar alunos e ainda que nunca estudou na América e não era cristão nem tinha  sido director de uma universidade cristã no Japão desafiado pelos seus alunos para provar como  Jesus podia ter curado as pessoas. Também costumava contar estas e outras histórias porque afinal  comecei no Reiki como aluno em 2ª grau da Diana Stein e contribui inicialmente na propagação destas  fantasias até descobrir os factos. Tenho que agradecer em muito o trabalho pioneiro de pessoas como  James Deacon, Frans e Bronwen Stiene, Chris Marsh, Dave King, Richard Rivard ou Frank Arjava  Petter. A história de Reiki contada pela srª Takata não tinha como função relatar o nascer do Reiki no Japão,  mas era uma ajuda pedagógica que ela criou para poder explicar aos alunos dela nos E.U.A que pouco  sabiam sobre a cultura japonesa ou sobre espiritualidade em geral, o que era Reiki na sua essência.  Portanto a história era uma metáfora, um instrumento didáctico e não um relato fidedigno de  acontecimentos reais. Por este motivo introduziu estes elementos que seriam facilmente percebidos  pelos seus alunos cristãos habituados aos parábolas da Bíblia que têm a mesma função.  O meu Reiki é melhor do que o teu Quando a srª Takata começou a ensinar Reiki aos seus vizinhos no Havaí fez isto de graça  contrariando o conselho do Hayashi de levar sempre dinheiro para o ensinamento. Uns dias depois de  ensinar Reiki à vizinha ela trouxe lhe a filha sofrendo de uma gripe e pediu-lhe para a dar um  tratamento. A srª Takata perguntou: ‘Porque não fazes tu?’ e a vizinha respondeu: ‘Ah, o seu Reiki deve  ser mais forte do que o meu’. Esta ideia de poder haver diferenças na qualidade ou força da energia  Reiki deu origem a muita especulação e exploração comercial em Reikilândia. Esta ideia baseia-se  sobre o conceito errado de que o terapeuta estaria a transmitir algo que o receptor teria em falta. Na  forma materialista do pensar ocidental faria sentido, estamos sempre a dar qualquer substância aos  doentes que pensamos lhes esta a fazer falta. Damos sangue, vitaminas, hormonas, químicos etc. O  conceito oriental da cura baseia-se mais sobre o reequilibrar daquilo que a pessoa já tem. O método do  Usui de Reiki utiliza este princípio em que o terapeuta oferece ao doente aquilo que chamo ‘uma  frequência harmonizadora’ ou ‘estímulo curativo’. Reparam bem que isto são metáforas não se põem  agora a tentar a descobrir qual é a frequência do Reiki! Já se fizeram tentativas disto sem resultados.  Neste contexto é irrelevante a quantidade, mas altamente relevante a qualidade deste estímulo. O  estímulo pode ser muito pequeno, como na homeopatia onde se podem utilizar doses não detectáveis  de substâncias, mas deve ter a composição perfeita para fazer o efeito desejado. Isto implica que uma  pessoa que tirou o nível 1 ontem seria capaz de catalisar a cura tal como um experiente mestre de  Reiki desde que ela tenha a harmonia dentro dela. Em alguns casos há pessoas que sabem curar  muito bem sem serem reikianos simplesmente porque já estão com uma grande harmonia interior. O  reikiano é uma pessoa que se dedicou a criar esta harmonia por meio da prática do método do Usui. O  ‘melhor’ então de um reikiano não está na sua linhagem ou mestre ou nível de Reiki, mas antes na sua  dedicação à pratica do método.  Reiki devia ser dado de graça Pois é, também sou a favor de um mundo sem dinheiro, mas quando trabalhamos como terapeuta de  Reiki temos que ter um sítio onde receber os clientes. Alguns vão poder trabalhar a partir da sua casa,  mas nem sempre isto é possível e temos que alugar um gabinete que traz despesas. Além disso dar  tratamentos de Reiki é um trabalho como qualquer outro em que há troca por troca. Até já há um  Código de Actividade Económico para terapeutas de Reiki (CAE 86906) e mestres de Reiki (CAE  85591).   Um argumento daquelas pessoas que defendem os tratamentos de Reiki gratuitos é que ‘ a energia é  de graça’ a qual simplesmente responde: sim, mas o meu tempo não é, e o mesmo é válido para as  sintonizações. Muitas pessoas acham que como no Reiki se fala muito sobre paz e amor o dinheiro  não pode fazer parte disso. Para estas pessoas o dinheiro aparentemente é algo sujo e violento, não  percebo. Para mim o dinheiro é tão bonito como o destino que damos a ele...  Defendo no entanto que se devia pedir um valor representativo que depende das circunstâncias  particulares predominantes em cada país. Quando Hayashi dizia à srª Takata que sempre devia pedir  dinheiro queria simplesmente garantir que os seus futuros alunos dariam o devido valor aos  ensinamentos. Hayashi sabia que a maioria da pessoas ainda não iriam conseguir valorizar o Reiki  pelo seu valor intrínseco e por isso tinham que ver um valor exterior.  Na minha prática de Reiki vejo  também constantemente que tratamentos dados de graça não têm o mesmo efeito do que os  tratamentos pagos. Parece que ainda somos muito materialistas. Por outro lado vejo também  terapeutas e mestres a pedir somas astronómicas com promessas de curas espectaculares que são  uma flagrante exploração do desespero dos seus clientes e que contribuem apenas para a difamação  do Reiki e para aqueles que o praticam seriamente. O dinheiro devia ser apenas um estímulo para o  cliente se entregar ainda mais ao seu processo de cura e não um impedimento à sua cura. Aqui a  filosofia linear ‘mais é melhor’ não se aplica.  Continuado...